As vantagens de ser invisível

Tantos livros lidos e nenhum comentado aqui, às vezes minha cabeça voa demais!

No final do ano prometi para mim que ia acabar de ler “O temor do sábio” e depois ia me dedicar exclusivamente aos materiais de concurso, mas… a vida é uma caixinha de surpresas!

Fiquei sabendo do livro, as vantagens de ser invisível” (The perks of being a wallflower), quando fui conhecer a Sephora do Rio Sul com a Verena. Ela disse que estava lendo um livro que a Emma [lindona!] tinha feito parte do filme e tal, que o livro era maravilhoso, que era muito bom de ler e tudo mais. Como tinha prometido que “o temor…” seria o último livro até março, disse que mais para frente lia e vida que segue.

Mas a Vê ficou muito encantada com o livro e não resisti, peguei emprestado, prometendo que ia demorar a devolver porque a mesma ladainha preciso estudar. Claro que não resisti! Li em 2 dias, até demorei, mesmo ele sendo bem curtinho. Mas sabe aquele tipo de livro que você precisa fechar e respirar fundo para continuar… então, foi isso que aconteceu comigo. Eu não conseguia parar de ler, mas tinha que parar porque era coisa demais para absorver.

Fui tentar comprar no submarino, aproveitando que ia comprar uma apostila para estudar [tentando enganar a consciência ;)], mas estava esgotado! Coisas que magoam meu coração! rs Agora é mais um livro para minha lista de “preciso comprar”.

Vou tentar parar de escrever por um momento sobre como eu amei o livro, para falar do próprio.

As Vantagens de Ser Invisível

Sinopse: 
Livro de estreia do roteirista norte-americano Stephen Chbosky, As vantagens de ser invisível sai no Brasil pela coleção Batendo de Frente da Rocco Jovens Leitores, cuja proposta é pôr o jovem em confronto com realidades cáusticas. Não poderia ser diferente. Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências –, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento.

Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário. Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

Opinião MB:
Só de ler a sinopse me deu vontade de ler o livro de novo! Sabe quando até a sinopse é realista!

Agora abrindo meu coração, quando comecei a ler pensei “ai Deus, lá vem mais um diário da princesa” #literaturateennaveia. Nada contra, mas pela formatação, as cartas e tudo mais. Assumo que isso me assustou de primeira, mas depois de ler o primeiro parágrafo… fui fisgada.

A história é completamente envolvente. Eu me solidarizei com o Charlie, senti pena do Patrick, um misto de sentimentos pelos personagens que há muito tempo não tenho. Senti vontade de “conhecer e me relacionar com aquelas pessoas”. Sem contar, claro, o Bill, professor mega fofo!

Muito complicado falar sobre porque eu ainda estou em estado de êxtase, mas recomendo para quem for ler que o faça com calma e com o pensamento de que esse é um livro “pesado” – eu achei.

Fala sobre suicídio, sexualidade, drogas, interação social, família… e todos aqueles assuntos que muitas vezes julgamos chatos. Mas que conseguiram ser amarrados de maneira sensacional, criando [para mim] uma história inesquecível. É muito mais profundo do que se imagina e só percebemos isso com o decorrer do tempo. É tão profundo, que tenho medo de falar, falar e esquecer várias coisas importantes.

Então, não satisfeita, resolvi assistir o filme. Só soube que o autor do livro dirigiu o filme depois de ter assistido, fez todo sentido. O filme foi muito bem montado. Senti falta de algumas pequenas partes, daria um pouco mais ênfase em uma ou duas coisas, mas sabe como é, se não pudermos criticar não tem graça.

Perks poster brasil

Quando acabei de assistir o filme quis ler o livro mais uma vez, mas já devolvi para Verena #droga e está esgotado em tudo que é canto #drogadupla!

Tive a sensação de ter deixado alguns detalhes passarem, mas infelizmente vou ter que deixar para reler outra hora, afinal, eu preciso estudar! HAHAHAH

Para finalizar esse post gigante, porque não consegui me controlar:

“A gente aceita o amor que acha que merece” .

Essa é a frase de impacto do livro, que me lembra demais a “principal” de Muito Bem Acompanhada, que diz “Toda mulher tem a vida amorosa que deseja”. Claro que a ênfase é diferente, já que o Muito Bem Acompanhada é romance e tal, mas acho que a essência do pensamento é a mesma. Inclusive acho um bom jeito de se pensar. 😉

Vou parar de escrever agora, já está tarde, amanhã o dia é longo e vocês não devem mais aguentar ler sobre como eu amei o livro e filme.

Amei, amei, amei! #prontoagoraacabou

Beijos!

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